O cenário mudou. Se antes os eventos climáticos extremos eram raros, hoje eles são parte do dia a dia das empresas brasileiras. Mas o grande risco não é apenas a tempestade ou a seca em si, e sim o tempo que a sua operação fica parada por causa delas.
Para quem gere um negócio, o desafio é duplo: não basta proteger os prédios e estoques; é preciso garantir que a empresa tenha dinheiro em caixa para continuar funcionando se uma rota logística fechar ou se o custo da energia disparar.
No modelo tradicional, se uma enchente trava a sua logística, você precisa chamar um perito, provar o dano, esperar relatórios e, meses depois, receber o pagamento. Para uma empresa que precisa pagar salários e fornecedores hoje, essa espera é fatal.
Em 2026, a tecnologia nos permite ser mais rápidos. O Seguro Paramétrico funciona de um jeito diferente: ele é baseado em índices oficiais.
Imagine que você contrata uma proteção que diz: "Se chover mais de 100mm em 24h na região do meu principal fornecedor, eu recebo um valor X automaticamente".
Sem Vistorias: Não precisa de perito indo ao local. O dado oficial (satélite ou estação meteorológica) é a prova.
Liberdade de Uso: Esse dinheiro serve para cobrir qualquer prejuízo: contratar um frete mais caro por outra rota, pagar geradores de energia ou manter o fluxo de caixa enquanto as vendas não voltam ao normal.
Seja pela falta de água que encarece a produção ou por ventos fortes que impedem a logística, o clima não pede licença. Ter uma estratégia de risco que use dados para liberar recursos rápidos deixou de ser um luxo para se tornar uma questão de sobrevivência.
A pergunta para 2026 não é se vai acontecer um evento climático, mas sim: quão rápido sua empresa consegue se recuperar dele?